O QUE É?

Desenvolvida nos Estados Unidos nos finais do século XIX, assenta no principio de que o corpo se auto-cura. Actua através de técnicas manuais direccionadas ao sistema músculo-esquelético, visceral e sacro-craniano, visando o equilíbrio.

É uma terapêutica que utiliza técnicas manipulativas bastante precisas, com o objectivo de restabelecer a mobilidade dos diferentes sistemas corporais, de modo a melhorar a sua interação e regulação.

O tratamento é indolor, ao contrario do que se poderá pensar, pretende harmonizar as articulações afectadas, diminuir a dor, recuperar e restabelecer a mobilidade perdida através de manipulações estruturais, extremamente cuidadas e elaboradas, para que o paciente recupere o equilíbrio perfeito do seu corpo.

A osteopatia não tem idade mínima nem máxima para tratamento, apenas se ajusta adequadamente à idade de cada pessoa, características físicas e emocionais, assim como limitações patológicas e fisiológicas.

A osteopatia pode assim intervir no desporto, nos idosos, nos adultos, nas crianças e ainda na gravidez.


O QUE ESPERAR DE UMA CONSULTA?

Numa primeira fase da consulta é feita uma anamnese cuidada que é a história clinica do paciente, posteriormente procede-se a uma avaliação músculo-esquelética que é o exame físico que poderá incluir testes ortopédicos e/ou neurológicos para chegar ao diagnostico e por fim plano de tratamento em função da lesão, disfunção articular ou muscular.

A primeira consulta tem uma duração de 1:30min., sendo as posteriores consultas cerca de 45min.

O tempo de recuperação depende de há quanto tempo o problema está instalado, da lesão tecidular ocorrida e da energia vital do paciente.

Nota: se tiver exames (RX, TAC, RM) convém levá-los à consulta.


O QUE TRATA?

Alguns problemas que respondem bem ao tratamento osteopático:

• Dores na coluna vertebral (ciáticas, torcicolos, dores de cabeça, tonturas, dores cervicais, lombalgias, entre outras);

• Dores nos membros superiores (dores articulares, ombro congelado, tendinites, dormências, túnel cárpico, artroses, cotovelo do tenista, entre outras);

• Dores nos membros inferiores (ciáticas, artrites, dores musculares, pubalgias, tendinites, artroses, entorses, entre outras);

• Alterações posturais e de equilíbrio (escolioses, cifoses e lordoses aumentadas, entre outras).